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Serra do Cachimbo: o “parque dos dinossauros” da pescaria de trairão

No Alto Rio Braço Norte, encontramos uma grande área alagada, com vários tipos de estruturas, que se transformaram em um verdadeiro paraíso para os trairões, animal de aparência pré-histórica. Confira a aventura de nossa equipe em busca desses vorazes predadores

Por Alex Koike / Fotos: Roberto Conti

Amigo pescador, você já pensou qual é a sua motivação para pescar? Lugares novos? Possibilidade de fisgar muitos peixes ou exemplares de grande porte? Para muitos, a maior delas se resume às capturas.

Na minha última viagem, fui até a região da Serra do Cachimbo (MT) pescar no Rio Braço Norte, que é um afluente do Rio Teles Pires e hoje vigiado e controlado pela Força Aérea Brasileira. A ideia era fisgar os trairões, animal de aparência pré-histórica e cara de mau, que não aceita provocações e dá um verdadeiro espetáculo quando fisgado.

Parti de São Paulo junto com o companheiro de revista Roberto Conti. Saímos de São Paulo e fomos de avião até Cuiabá, onde faríamos uma conexão. Nesse aeroporto, conhecemos a dupla de manauras Rafael Bertazzo e Thiago Leiria, que também se hospedariam no Rancho Serra do Cachimbo.

De lá, seguimos em outro avião para Sinop, onde Renê Alves, proprietário da pousada, nos aguardava para levar até a pousada que ficava a 290 km, cerca de três horas e meia feitas em estradas em perfeitas condições

Chegamos ao rancho e a primeira impressão foi a melhor possível. Ele foi construído em frente ao rio, mesclando alvenaria com madeira, dando um toque rústico, mas bastante aconchegante. Tanto os quartos quanto o salão, usado para refeições e área de convivência, são amplos e possuem o pé direito alto, recebendo confortavelmente grupos de até oito pessoas.

Outro detalhe que chamou a atenção foi o fato de ter poucos daqueles mosquitos que picam e incomodam, tão comum no Teles Pires. É possível pescar o dia inteiro de bermuda e camiseta. Apenas, uns 20 minutos no final do dia a presença desses insetos incomodavam, mas nada que um bom repelente não resolvesse.

Quer saber como termina esta história? A íntegra desta reportagem você confere na Edição 293 da Pesca & Companhia!

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