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Cinco erros comuns na pesca de traíra

Enumeramos alguns equívocos para que você evite em sua próxima pescaria

Por Guilherme Monteiro

Confira cinco erros comuns na pesca de traíra:

1- Material inapropriado

Muito comum o pescador estar com o material incorreto para uma melhor pesca, seja com conjunto desequilibrado, vara muito mole para fisgar, ou muito dura para o tamanho da isca.

2- Errar o tempo da fisgada 

Quando pescamos com iscas de borracha ou soft, por exemplo, muito usuais para pescar as dentuças, o pescador costuma se afobar na hora da fisgada, não dando o tempo necessário para acomodar melhor a isca na boca, logo a retirando ao invés de fisgar.

3- Não insistir no ponto 

É preciso paciência na pesca de traíras, insistir no ponto é fundamental para obter melhor resultado nas fisgadas. Se você troca de ponto a toda hora, está cometendo um grande equívoco.

4 – Trabalhar a isca rápido demais 

As dentuças são por sua natureza lentas. Por isso, esse erro é bastante comum, principalmente quando usamos carretilhas de recolhimento extra-rápido. A traíra muitas vezes erra da isca, ou mesmo não a ataca se não for de forma extremamente lenta.

5 – Falta de cuidado ao manusear 

Acidentes com traíras são mais comum do que se pensa. A falta de cuidado ao manusear as dentuças é a principal causa. Arredias, ferozes e com dentes afiados, elas estão sempre prontas para lhe devolver uma garateia, ou ainda lhe desferir uma mordida ardida. Use alicate de contenção e um de bico. Tome cuidado sempre.

Tenha cuidado ao registrar uma captura; as traíras são ariscas e podem mordê-lo