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Como preparar a massa meleca, ideal para pescar curimbas e piaparas

Com ingredientes fáceis de serem encontrados, a preparação desta massa pode fazer a diferença em sua pescaria

Por Rodrigo Amaral

Para pescar curimbas, piaparas, piaus e outras espécies, ter à disposição uma boa massa faz a diferença. A “meleca”, como é conhecida a massa, tem receita simples e de fácil preparo. Pois para cada quatro colheres de farinha de trigo deve-se usar uma de amido de milho.

Passo em números uma medida que uso em um dia de pescaria.

Ingredientes:

-250 gramas de farinha de trigo

-70 gramas de amido de milho (Maizena)

-Água (sem cloro ou do rio mesmo)

É bom ter esses ingredientes de sobra e levá-la para a pescaria! Assim, podemos repetir o procedimento se houver necessidade.

Modo de preparo:

Coloque a farinha e o amido de milho em um recipiente e misture bem os dois com um garfo. Depois de misturado vá adicionando água aos poucos e mexendo; quando toda a farinha e o amido se juntarem em uma única unidade você tem a massa. Quando o recipiente ficar limpo, estará no ponto correto.

Dica: O teste para verificar se está boa é simples – coloque um pouco entre os dedos e tente fazer uma bolinha; se você conseguir e os dedos ficarem limpos terá que acrescentar um pouco mais de amido e água; se não conseguir e a massa permanecer grudada nos dedos, estará correta.

A massa não ficará dura, mas sim muito aderente, parecendo cola, tanto assim que o pescador terá que utilizar um graveto para colocá-la no anzol como visto na foto. Faça da seguinte forma: coloque o graveto na massa e puxe pra cima; ela ficará parecida com um queijo derretido.

Enrole, então, uma pequena quantidade dessa massa no graveto e repasse para o anzol, fazendo o mesmo procedimento, ou seja, enrolando.

Quanto mais apertado conseguir ajustá-la no anzol, melhor. A utilização desse graveto é de fundamental importância, pois fará a massa ficar firme no anzol e assim permanecendo pressa nele por mais tempo.

Pequena diferença de sua viscosidade não é problema. Se o pescador sentir que a água do rio está mais forte, poderá deixá-la um pouco mais dura. O importante sempre é a viscosidade. Quanto à massa, tem que permanecer sempre com grande aderência.

A “meleca” deve ter esta consistência para poder ser bem empregada no anzol